É a Vida! É Bonita e é bonita e infinita!
Tudo vem, tudo passa e uma parte desse tudo vem e aterrissa e enche de sonhos todo o côncavo do nosso coração. De repente a fé brilha de novo, não que ela estava perdida, mas talvez desmanchada. Não que ela não estivesse ali, mas talvez não estava sendo tocada!
E abençoado é, este ímpeto às vezes tímido de tocar a nossa própria fé, tímido porque é um clamor de ousadia, de coragem, um clamor da alma nua com calor de emoção.
Porque a vida pede essa revelação nossa para ela e dela para nós e ela se faz bonita assim, mais uma vez surpreendida pelo sopro que vem da gente com fôlego de quero mais, quero a qualquer custo. Quero porque me pertence merecidamente pelo valor da minha intenção revelada abertamente sob luz, sob claridade e por ser tão límpida e tão pura , ecoa sobre as linhas das mãos de Deus e lá mais uma vez minha história é reescrita , transformada para novamente surgir com uma nova chance, uma nova rota e com um novo significado.
Napoleon Hill clamou:
"A luta pela vida nem sempre é vantajosa aos fortes nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente
Eu conseguirei."
É INFINITO
Expressões e Impressões de Patricia
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
PRESENTE-DO-PERFEITO
Ser Presente-do-Perfeito é mais vivo que ser Pretérito-Perfeito ou Futuro do Presente ou ainda Futuro do Pretérito.
Agora é um bom tempo para se conjugaMar, aqui ou aí; somente neste espaço circunscrito na dimensão do hoje.
Hoje é o dia novo, hoje é o dia branquinho farejando cores de tintas e pincéis e pontas de lápis cor-de-rosa para escrever em comunhão de branco e rosa a história atual, nova ou recriada, mas com novos ares verdejantes, semeantes por mãos que entendem de jardinagem.
Helena Kolody circunscreve nesta dimensão:
Amo a vida,
Fascina-me o mistérios de existir,
Quero viver a magia de cada instante,
Embriagar-me de alegria,
Que importa a nuvem no horizonte,
Chuva de amanhã?
Hoje o Sol inunda o meu dia!
Agora é um bom tempo para se conjugaMar, aqui ou aí; somente neste espaço circunscrito na dimensão do hoje.
Hoje é o dia novo, hoje é o dia branquinho farejando cores de tintas e pincéis e pontas de lápis cor-de-rosa para escrever em comunhão de branco e rosa a história atual, nova ou recriada, mas com novos ares verdejantes, semeantes por mãos que entendem de jardinagem.
Helena Kolody circunscreve nesta dimensão:
Amo a vida,
Fascina-me o mistérios de existir,
Quero viver a magia de cada instante,
Embriagar-me de alegria,
Que importa a nuvem no horizonte,
Chuva de amanhã?
Hoje o Sol inunda o meu dia!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
EXISTE ... PARA VOCÊ SER VOCÊ
É alegremente possível construir um lugar onde entramos com os pés descalços e deslizamos perfumadamente sobre o que está abaixo da Planta dos nossos pés. E de tão perfumado que é, nos descobrimos Sementes de Flor.
É prazerosamente possível dar vida ao reino épico da nossa criação, transformação. É a Flor.
É lugar de prazer, é lugar de significado. Encantar. São as Pétalas.
É lugar de sinfonia para as ondas do pensamento. É o Perfume.
É lugar de magnetismo para a alma. É a Raiz.
É lugar de descanso, encanto. É a Terra.
E existe para você. Ser.
Manoel Bandeira construiu Pasárgada... Lá ele é amigo do rei. Lá a existência é uma aventura. Em Pasárgada tem tudo. É outra civilização.
É prazerosamente possível dar vida ao reino épico da nossa criação, transformação. É a Flor.
É lugar de prazer, é lugar de significado. Encantar. São as Pétalas.
É lugar de sinfonia para as ondas do pensamento. É o Perfume.
É lugar de magnetismo para a alma. É a Raiz.
É lugar de descanso, encanto. É a Terra.
E existe para você. Ser.
Manoel Bandeira construiu Pasárgada... Lá ele é amigo do rei. Lá a existência é uma aventura. Em Pasárgada tem tudo. É outra civilização.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A VIDA NÃO PÁRA
Acordei pensando no que você disse Lenine:
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida é tão rara...
A vida é tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida é tão rara...
A vida é tão rara...
terça-feira, 27 de julho de 2010
CURVO É O CAMINHO DA ETERNIDADE
Apenas Nietzsche :
"Tudo vai, tudo volta, eternamente gira a roda do ser. Tudo morre, tudo refloresce, eternamente transcorre o ano do ser. Tudo se desfaz, tudo é refeito, eternamente constrói-se a mesma casa do ser. Tudo se separa, tudo volta a se encontrar, eternamente fiel a si mesmo permanece o anel do ser. Em cada instante começa o ser, em torno de todo o "aqui" rola a bola "acolá ".
O meio está em toda parte. Curvo é o caminho da eternidade."
"Tudo vai, tudo volta, eternamente gira a roda do ser. Tudo morre, tudo refloresce, eternamente transcorre o ano do ser. Tudo se desfaz, tudo é refeito, eternamente constrói-se a mesma casa do ser. Tudo se separa, tudo volta a se encontrar, eternamente fiel a si mesmo permanece o anel do ser. Em cada instante começa o ser, em torno de todo o "aqui" rola a bola "acolá ".
O meio está em toda parte. Curvo é o caminho da eternidade."
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O SER CRIATIVO NÃO SE LIMITA
Não tem limite a flechada da palavra; o mergulho de uma intenção; o derramamento de uma boa vontade; a queda livre de uma lágrima de emoção.
Não tem limite o ponto de ebulição de uma alegria; não tem limite a maturação do ser.
Não tem limite a perfuração do poço do renovar-se, do despertar-se.
Não tem limite o vôo livre do amor... o transcender....
William Jones belamente sussurrou:
“O ser criativo não se limita a artistas, e sim uma importante qualidade que todo mundo deveria despertar dentro de si mesmo. A forma mais importante de criatividade é a auto criação; o renovar e redimir a si mesmo, transcendendo o ego. E o processo de converter todas as nossas experiências, boas ou más, em algo maior, para o nosso crescimento como indivíduos."
Não tem limite o ponto de ebulição de uma alegria; não tem limite a maturação do ser.
Não tem limite a perfuração do poço do renovar-se, do despertar-se.
Não tem limite o vôo livre do amor... o transcender....
William Jones belamente sussurrou:
“O ser criativo não se limita a artistas, e sim uma importante qualidade que todo mundo deveria despertar dentro de si mesmo. A forma mais importante de criatividade é a auto criação; o renovar e redimir a si mesmo, transcendendo o ego. E o processo de converter todas as nossas experiências, boas ou más, em algo maior, para o nosso crescimento como indivíduos."
quarta-feira, 21 de julho de 2010
NÃO HÁ FIM
No meio de todo o som das frases desdobradas em elogios, agradecimentos, críticas, cobranças e demais formas de ação e reação com as palavras; o nosso verbo íntimo e pessoal às vezes perde a rima, se perde dos essencias substantivos, adjetivos. Esquecemos quem somos e, consequentemente agimos como não somos. A luz deixa de ser vista por um momento, o fatal instante que somos separados do Amor. É um momento de escolha. Em que brasas queremos queimar? Nas brasas lentas da nossa sombra ou nas brasas fortes da nossa luz ?
Mahatman Gandhi e Cazuza poderiam estar pensando nisso nos momentos que disseram respectivamente:
“O problema do mundo é que a humanidade não está em seu juízo perfeito.”
“Vida louca vida.Vida breve. Já que eu não posso te levar, quero que você me leve. Vida louca vida. Vida imensa. Ninguém vai nos perdoar. Nosso crime não compensa.”
Para ser Luz, aprendamos possuir pensamentos imortais, porque não há fim para nossa jornada.
Cecília Meireles em seu poema Sugestão, já sabia disso.
“Sede assim — qualquer coisa serena, isenta, fiel. Flor que se cumpre, sem pergunta. Onda que se esforça, por exercício desinteressado. Lua que envolve igualmente os noivos abraçados e os soldados já frios. Também como este ar da noite: sussurrante de silêncios, cheio de nascimentos e pétalas. Igual à pedra detida, sustentando seu demorado destino. E à nuvem, leve e bela, vivendo de nunca chegar a ser. À cigarra, queimando-se em música, ao camelo que mastiga sua longa solidão, ao pássaro que procura o fim do mundo, ao boi que vai com inocência para a morte. Sede assim qualquer coisa serena, isenta, fiel. Não como o resto dos homens.”
Mahatman Gandhi e Cazuza poderiam estar pensando nisso nos momentos que disseram respectivamente:
“O problema do mundo é que a humanidade não está em seu juízo perfeito.”
“Vida louca vida.Vida breve. Já que eu não posso te levar, quero que você me leve. Vida louca vida. Vida imensa. Ninguém vai nos perdoar. Nosso crime não compensa.”
Para ser Luz, aprendamos possuir pensamentos imortais, porque não há fim para nossa jornada.
Cecília Meireles em seu poema Sugestão, já sabia disso.
“Sede assim — qualquer coisa serena, isenta, fiel. Flor que se cumpre, sem pergunta. Onda que se esforça, por exercício desinteressado. Lua que envolve igualmente os noivos abraçados e os soldados já frios. Também como este ar da noite: sussurrante de silêncios, cheio de nascimentos e pétalas. Igual à pedra detida, sustentando seu demorado destino. E à nuvem, leve e bela, vivendo de nunca chegar a ser. À cigarra, queimando-se em música, ao camelo que mastiga sua longa solidão, ao pássaro que procura o fim do mundo, ao boi que vai com inocência para a morte. Sede assim qualquer coisa serena, isenta, fiel. Não como o resto dos homens.”
Assinar:
Comentários (Atom)